#33

Nunca tive paciência para tatuagem, sempre tive desconfiança da agulha e achei que iria enjoar do desenho.

Mas então ignorei tudo isso e resolvi entrar na onda e fazer minha primeira tatuagem. Pensei muito onde e o que fazer. Fiz então a escolha e tatuei minha canela direita com o simbolo do Yin Yang.

Uma dica: NA CANELA DÓI…rs…mas a gente sobrevive.

Escolhi o Yin Yang por representar a minha busca pessoal do equilíbrio da liz e das trevas, do bem e do mal. Na verdade há textos profundos falando da razão do símbolo e quem ler, vai gostar.

Bom, fiz minha primeira (e com bastante chamce de ser a única) tatuagem que é para eu sempre lembrar de entrar com o pé direito em qualquer coisa e ir buscando o equilíbrio de mim mesmo.

Conclusão: Ninguém deve ser 100% da luz nem 100% das sombras

Anúncios

#32

Fale de fé e coração aberto
Agora eu falei de Music Business para a tuema do gospel e foi emocionante. Mais ainda por presenças ilustres de gente que admiro. Música é negócio mas SEM FÉ, a música não faz nada. Absolutamente nada. Tem gente que chama de Deus, energia cósmica ou até sorte. Eu tenho fé mesmo.

Conclusão: O poder do acreditar e ter fé no que você faz é a receita secreta de dar certo.

#31

Mostre sua visão do futuro
Existe um evento chamado SIM (Semana Internacional da Musica) que acontece em São Paulo e tem atraído cada vez mais interessados e gerado negócios para o mercado musical. Eu já achava bem legal o evento e então me convidaram a dar uma palestra diferente lá. Criei então uma palestra sobre o que eu acharia que ia acontecer no mercado de negócios da música daqui a 10 anos. Tenho certeza que o que já fazemos hoje está superado e quase ninguém pensa em inovar.

Fiquei impressionado com um auditório completamente lotado de gente interessada. Um dos pontos mais interessantes que puxei é que em 10 anos não venderemos mais música e sim audiência (e a música virá no pacote) e a musica vai fazer quase 40 vezes mais receita. Um horizonte bem promissor.

Conclusão: A sua visão de futuro jamais será real se você não compartilhar.

#30

Coma bem em Buenos Aires

Eu já tinha ido para a Argentina antes mas…pela primeira vez eu experimentei o colossal milanesa deles. Era tão grande que comemos parecendo uma pizza. Ainda teve o gigante e saboroso filé. Vale muitissimo a pena. Obrigado demais aos amigos Sylvie e Pablo.

Conclusão: Em viagem, entre na onda tradicional deles. Principalmente na Argentina.

#29

Divorciar é um verbo difícil.
Eu não falo publicamente disso. Mas sim, eu me divorciei/separei da mulher que mais amei e batalhei. Não dou explicações nem preciso discutir. Aliás, quem me conhece, sabe que raríssimas vezes eu discuto, já que não acho que leva a algum lugar. Só que quando tomo uma decisão, ninguém fica na minha frente. Foram 16 anos sem interrupções, mais outros 5 que nos conhecíamos. 21 anos de convívio. Mas a coisa mais importante do mundo que conquistamos juntos foi o Cadinho.

Quero do mais fundo do meu coração que ela seja uma pessoa feliz, realizada, saudável que ela possa ser na sua própria estrada da vida. Sempre desejei isso, e não preciso esconder nada. Eu ouvi minha intuição e senti apenas que não tinha mais espaço para mim. 

Ela vai ser sempre a mãe do meu filho e a respeitarei eternamente por isso. Seja feliz, mas na sua estrada que escolheu trilhar. Saio de cabeça erguida, jamais traí ela, jamais destratei e falei inverdades para terceiros, e me mantive 100% original desde quando nos conhecemos. Foi a única pessoa do mundo que até então teve isso de mim. Mas a decisão é definitiva e não volto atrás.

Conclusão: Ouça sempre sua intuição, ouça os detalhes não ditos pois a vida sempre dá sinais do que fazer.

#28

Fazer chekcup e cuidar da saúde

Eu fujo de médico e mais ainda de remédios. Quem me conhece sabe que sou quase um fator mutante de cura. Mas quando chega os 40 anos a máquina começa a falhar.

Então neste ano, estou fazendo todos os exames necessários. Inclusive se precisando fazendo outras coisas a mais para cuidar de uma saúde física e financeira no futuro.

Uma das respostas e recomendações que já tive é me alimentar mais corretamente e deixar de consumir tudo como se fosse um adolescente sem preocupação.

Conclusão: Cuidar da sua saúde é olhar para o seu próprio futuro

20160804_103017

#27

Palestrar na ExpoMusic

A ExpoMusic foi a primeira feira/convenção que fui na vida que tinha o business da música. Na primeira vez que fui (1995?), nem dinheiro para entrar eu tinha, mas dei um chapéu danado e falei que era “imprensa”. Na verdade, eu tinha um programa numa rádio “comunitária” em São Caetano do Sul e meu amigo tinha feito aqueles cartões caseiros (eles fez 6 cartões!) e fui dando carteirada com eles e por incrível que pareça, entrei na feira.

Desde então, tenho vindo com regularidade à esta feira. São inúmeras histórias tristes, felizes e até engraçadas que esta feira me proporcionou. Mas ser convidado e palestrar nela foi excepcionalmente diferente, pois dessa vez também patrocinamos parte da feira. Momento estampado nas camisetas de todos que trabalharam ali.

Conclusão: Quem espera, sempre alcança!

 

#26

Acompanhar um por do sol do Pão de Açúcar

Nunca fiquei no Rio de Janeiro por mais de alguns poucos dias. O calor na cidade é desanimador. Sempre voltei correndo para minha terra da garoa. Mas nessa última vez resolvi ficar mais tempo e no dia de folga, resolvi conhecer o mundialmente famoso Pão de Açúcar.

Acertei meu horário para que pudesse acompanhar o pôr do sol. E só tenha uma palavra para descrever tal fato: FABULOSO.

Vou deixar que a foto (sim, eu mesmo que tirei, e com meu celular!) fale por si.

Conclusão: Fique atento ao por do sol, tem uma beleza única se visto do ângulo correto.

20160917_162831

#25

3 ídolos numa tacada só!

Meu trabalho é mesmo abençoado! De uma única tacada, conheci 3 ídolos de uma vez só. Coração bateu forte. Léo Jaime, Marcelo Bonfá e Daniel Azulay.

Só isso já valia o ano e foi tudo numa semana.

Conclusão: Seu  ídolos estão velhos, mas são legais ainda!

#24

Vá ser gourmet!

Eu não sou de frescura para comer, ou talvez seja, depende do ponto de vista. Mas a questão é que sou econômico. Então sempre fugi desse negócio “gourmet”. Porém um dia, sem programar estava do lado do Eataly e fui almoçar lá.

Pronto, dancei! Pedi um simples lasanha à bolonhesa com um refrigerante e saiu uma das lasanhas mais deliciosas que já provei.

O bolso, claro que doeu, mas nem tanto assim. E fiquei pensando em quantas oportunidades já perdi por ser tão pão duro assim. Mas daí eu lembro de todas as economias que já fiz e tudo volta ao normal.

Conclusão: Ser “gourmet” é legal DE VEZ EM QUANDO.

img_20160908_134424